Seguro Cyber pode ajudar as empresas a mitigar riscos de reputação!

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Uma maior simplificação das apólices, um processo coordenado de educação sobre o tema e melhores formas de precificação são ações necessárias para o seguro cyber deslanchar não apenas no Brasil mas em nível global. Esta foi a conclusão de Phil Mayes, sênior class underwriter cyber da Talbot Sindicate de Londres, um dos debatedores do painel “Coberturas disponíveis para cyber no mercado”. Em sua apresentação, Mayes afirmou que, embora haja previsão para cobertura de extorsão para ataques de ransomware – sequestro de dados – nos países onde isso é permitido à seguradora, não é aconselhável o pagamento de resgate pois não há garantia de ter o dado de volta.

“Apenas 44% das vezes a empresa recebe seus dados de volta. Trabalhamos com empresas pequenas para as quais é muito importante ter o dado de volta e apenas nestes casos concordamos em pagar”, disse Mayes.

Humberto Pita, head de financial Lines da Chubb e coordenador do painel, destacou que as apólices de cyber são compostas de coberturas para primeira terceira partes. Ele  dividiu a exposição entre os debatedores sobre cada uma das partes. Mayers listou como principais riscos de terceiras partes dando como exemplo clientes de uma empresa de varejo que venham a ser contaminadas, ou servidores gerenciados por terceiros, mas lembrou que nem sempre há cobertura nesses casos.

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